
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Bloco contra o abuso sexual infantil estará na Marcha para Jesus

sexta-feira, 6 de maio de 2011
Ser mãe
Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em 'começar uma família'.
'Nós estamos fazendo uma pesquisa', ela diz, meio de brincadeira. 'Você acha que eu deveria ter um bebê?'
'Vai mudar a sua vida,' eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.
'Eu sei,' ela diz, 'nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .'
Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.
Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar 'E se tivesse sido o MEU filho?' Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de 'Mãe!' fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê.
Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.
Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida -- não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.
Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa.
Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.
Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer.
O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.
'Você jamais se arrependerá', digo finalmente.
Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma oração silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados. Este presente abençoado que é ser
(Autor desconhecido).
quarta-feira, 4 de maio de 2011
"Desperta, Igreja!!"
domingo, 1 de maio de 2011
Circunstâncias e Tratamento
Tem uma música que diz: “Te louvarei, não importam as circunstâncias”. Cantamos essa música quantas vezes sem que ela fizesse sentido na sua vida ou na minha. Só nos damos conta de como essas palavras são profundas, sérias quando passamos por situações adversas, quando as circunstâncias nos atingem como um tsunami devastador.
Infelizmente só nos damos conta do quão importante é essa palavra quando as adversidades tornam-se reais em nossas vidas. Sejam elas profissionais, emocionais, saúde, todas juntas ou separadas, quando nos deparamos com elas, nossa primeira reação é sempre declarar: não é justo.
Nossa justiça legalista e protetora nos coloca diretamente na posição de vítimas das circunstâncias e os pensamentos de que não merecemos, de que não somos o suficientemente bons para isto ou aquilo tomam conta de nossa mente.
Daí eu te pergunto, Você louvou ao Senhor pelo que te aconteceu? Você reconheceu que Ele está no controle de tudo? Em Isaías 48:17b diz: "Eu sou o SENHOR teu Deus, que te ensina o que é útil, e te guia pelo caminho em que deves andar”.
Eu reconheço que meu primeiro pensamento não foi esse. E mais, depois de passar algumas horas comigo mesma “tentando” compreender o que há de verdade em toda essa “avalanche” cheguei à conclusão que essa é uma área que precisa de tratamento em minha vida.
Passar pelo fogo para ser refinado tem bônus e ônus e esse é um dos meus vários ônus. Somos aperfeiçoados na tribulação. Embora o meu eu consciente ainda relute, sinto que estou passando por prova. O final disso tudo eu realmente não sei, mas assim como Timóteo (II Tm. 2:15) disse, quero apresentar-me a Deus como obreira aprovada, que não tem do que se envergonhar.
Clamo ao Pai que me forneça as ferramentas certas para passar pelas adversidades e quando chegar do outro lado da correnteza Ele dirá: "você foi aprovada". A dor pode ser grande, as lágrimas vão continuar correndo, mas sei que a alegria vem pela manhã porque creio que os sonhos de Deus para minha vida são sonhos de vida próspera, abençoada, agraciada e muitas realizações.
O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. Salmos 30:5
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Incômodo
Sabe quando Jesus fala em Mateus 25:41 "Apartai-vos de mim, malditos, porque tive fome e não me deste de comer, tive sede e não me deste de beber, fui estrangeiro e não me recolheste...?"
Foi assim que me senti olhando para minha vida. Porque até a semana passada, eu vivi no meu mundo, enxergando apenas meu precioso umbigo, os meus problemas, olhando para minha igreja linda, cheia de histórias bonitas, com um templo maravilhoso, com suas lindas grades que me separavam da vida real, do mundo desumano, desgraçado, fétido, cheio de dores, que grita clamando por misericórdia.
Um mundo que grita desesperançado esperando que nós, surdos, um dia paremos de gritar dentro das igrejas só pedindo, pedindo, pedindo para ouvir o clamor das vidas que estão lá fora, perdidas.
Elas clamam por socorro não somente porque não têm o que comer, vestir, porque estão presas, mas porque espiritualmente elas tem ainda mais fome, ainda mais sede, porque estão presas nas garras do maligno e não sabem o que fazer.
E nós, continuamos com nossas vidas, embasbacados e paralisados com tantas coisas, afazeres, da vida cotidiana.
Queridos, mesmo sabendo quem participou das nossas ações neste final de Semana de Páscoa da IMCC, o evangelismo no ônibus e o alimentar de moradores de rua eu gostaria de perguntar: quantos de nós já participou de ações como esta que fizemos?
Quantos de nós já saiu de casa com o objetivo principal de olhar para as pessoas que estão lá fora dos nossos portões e lhes ofertar aquilo que nós sabendo de cor e salteado, que é o amor do Pai, Daquele que entregou seu filho para nos salvar, e que por causa do sangue derramado podemos agora declarar que somos livres do pecado, libertos das garras de satanás, transformados e renovados pela graça de Deus?
Pai perdoa-nos porque não sabemos cumprir com o seu querer, perdoa-nos porque somos fracos, perdoa-nos porque temos medo, porque não sabemos lidar como o mundo real, com pessoas reais. Dá-nos a unção da ousadia, da intrepidez, enche-nos com o seu amor até que ele transborde ao ponto de não termos mais condições de ficarmos apenas parados, dentro de nossas casas, templos, inquieta-nos a fim de que possamos cumprir com o seu Ide, declarando o seu amor pelo mundo e declarando que pelo seu sacrifício fomos salvos dos nossos pecados e que em Ti, somos mais que vencedores.
Oh! Senhor, eu quero poder olhar nos Seus Olhos e ouvir de Ti: Venha, bendita de meu Pai, possuí por herança o reino que te está preparado desde a fundação do mundo (Mt. 25:34).
Se nós podemos escolher viver livres e eternamente ao lado do Pai, declare seu amor por Ele, tome uma atitude, mude sua vida. Saia da zona de conforto permita que Ele faça seu coração arder pelo perdido, queimar pelo inconformismo e cumprir com o Seu querer. Amém?
A base desta palavra está em Mateus 25: 31 ao 46
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Eu venci por hoje!

Hoje quero compartilhar uma vitória do meu filho.
Nos ultimos dias JP tem estado com seu temperamento muito alterado por causa de uma crise em função do transtorno bipolar.
Temos buscado a orientação de Deus durante esses dias em relação a tudo, médico, remédios e como tratá-lo. Sanados os dois primeiros pontos, vamos ao terceiro.
Como eu estou trabalhando o dia inteiro, ele passa o dia com a avó e muitas vezes, as confusões ocorrem.
A opção de "como tratá-lo" é um desafio muito grande, porque não podemos deixar que ele se irrite ao ponto de entrar em surto e também não podemos deixar a "corda solta".
Numa noite dessas, quando conversávamos sobre "como agir", eu lembrei que é muito duro ouvir que devemos ser legal, amável, querido, obediente, todos os dias, sempre, mas que nos grupos de ajuda, o termo utilizado é: apenas por hoje, estou livre do ... (alcool, cigarro, drogas... ).
Resolvi explicar como funciona a "técnica" e disse: "Filho, vamos fazer o seguinte exercício: apenas por hoje, não brigarei".
Quando saí para trabalhar, no dia seguinte (ele já estava na escola) deixei escrito no quadro: "Lembre-se, apenas por hoje eu serei legal, querido, amável, obediente, calmo" e "Você é capaz".
No meio da tarde, JP entrou no messenger e me disse: "Mae, eu venci. Apenas por hoje eu não briguei. Hoje eu fiz todas as minhas tarefas, até as que eu não havia feito ontem. Eu também não briguei com a vovó. Eu venci por hoje".
Todos os dias temos desafios e todos os dias temos opções para vencer estes desafios. O Senhor nos dá estratégias e se, estivermos afinados com o SEU querer sobre nossas vidas, essas estratégias são transformadas em ações vitoriosas.
Ao Senhor, eu declaro toda honra e glória, porque cremos num Deus que é Deus de vitórias, Deus de satisfação e que nos livra, das tribulações, mas também nos livra NAS tribulações!
Amém!
